sexta-feira, 11 de maio de 2012


HOMENAGEM PARA AS MÃES

Hoje, sexta feira, é o dia que devo homenagear, pois domingo é para descansar, e não para escrever.
Bom, já destaquei a data em outra mensagem, mas para mãe não tem limite. Como a senhora é mãe biológica, e também o é de uma legião de velhos amigos, que todos os dias estão presentes e necessitados de sua proteção, no conselho, na instrução e na correção de nossos textos para saírem corretos.
E a todas as mães a homenagem de todos os filhos, presentes e distantes, um abraço e um carinhoso beijo, dizer como é bom ter nascido.

Hoje, a minha não está mais presente. Fez tudo de sua missão e está na constelação de Deus como uma linda estrelinha; e eu, seu filho, todos os dias sinto sua presença e percorro o caminho que ela me ensinou.
Viva a todas as mãezinhas reverenciadas no dia mais sagrado, o segundo domingo de maio.

Obrigado pelo carinho que dedica a todos nós, querida Mãe e Amiga Lou Micaldas.
Autor: Paulo Kwamme

terça-feira, 1 de maio de 2012


Arriscando Tudo
Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.
Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.”
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse. Ou talvez não. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância.
Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente, encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.
Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:
“Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”


  Várias lições preciosas podemos extrair desta história:
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois, este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento?

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender


Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.


Luis Fernando Veríssimo

História do Conde do Parnaíba


E.E. “CONDE DO PARNAÍBA” NOSSA ESCOLA CENTENÁRIA



Um pouco de nossa História



A Escola Conde do Parnaíba teve sua instalação como Casa de Ensino em 02/04/1906.
O Coronel Boaventura Mendes Pereira (mantenedor do Hospital de Caridade São Vicente de Paula) doou o terreno para a construção do prédio onde atualmente funciona a escola, e como Juiz de Direito Substituto, Juiz de Paz e Chefe do Partido Republicano Paulista empenhou-se para a criação do Grupo Escolar “Conde do Parnaíba”, declinando seu nome e indicando como Patrono de nossa Escola o Conde do Parnaíba (dados fornecidos pela  neta do Coronel Boaventura: Maria Bernadete Mendes Pereira de Castro) .
Em 22/01/1906, foi assinado o Decreto de Criação do Grupo Escolar “Conde do Parnaíba”, pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Dr. Jorge Tibiriçá.
A instalação do grupo Escolar Conde do Parnaíba à rua Barão de Jundiaí, nº 101, esquina com a rua Siqueira de Moraes, ocorreu em 14/06/1906.
Ao ser inaugurado em 1906, o Grupo Escolar Conde do Parnaíba contava com 201 alunos e oito professores, sendo seu primeiro Diretor o Professor Benedito Hudson Ferreira.
Iniciou-se em 1906 a construção do novo prédio e em 27 de maio de 1923 passou a funcionar no prédio que temos até hoje, como patrimônio tombado pela CONDEPHAT à rua Barão de Jundiaí, nº 1106.
No ano de 1969 teve a ele anexado o 2º Ginásio Estadual de Jundiaí “Professor Lázaro Miranda Duarte”. Ainda neste ano, foi construído um novo prédio, aos fundos, para poder abrigar a grande demanda.
Em 1976 passou a denominar-se Escola de I Grau “Conde do Parnaíba” e o Ginásio Estadual Professor Lázaro Miranda Duarte deslocou-se para o bairro da Boa Vista.
A instalação do curso de II Grau na nossa Escola ocorreu em 1983.
Hoje atende a 1300 alunos de Ensino Fundamental – ciclo II (5ª a 8ª séries), Ensino Médio, 03 salas de Educação de Jovens e Adultos, 01 sala de Recursos para Deficientes Auditivos; cerca de 28 professores efetivos e 13 professores OFAs formam o corpo docente, contamos atualmente com 12 funcionários. A Equipe Gestora é composta por uma diretora efetiva, uma vice-diretora e uma coordenadora pedagógica.
É uma das nossas mais antigas escolas e representa cem anos de tradição e pioneirismo no cenário cultural jundiaiense, onde milhares de cidadãos de Jundiaí aprenderam as primeiras letras, dentre eles podemos destacar algumas autoridades, como nosso atual Prefeito Ary Fossen (1945/48), Roberto Galafassi (1953/57), Hélio Boldrin (1942/45) - pai da atual Dirigente de Ensino Profª Eliana Maria Boldrin, Antonio Carlos Pereira Neto, André Benassi, Pe. Venilton Calheiros, Odarci Gotardo, Jair Leopardi, Benedita Arruda, Maria Cristina Somaio Zoega , atual Diretora que muita estima e dedicação tem pela Escola por ter sido a escola que a acolhera quando mudou-se para Jundiaí.
A E.E. “Conde do Parnaíba”, marco de referência cultural e histórica da cidade empenha-se em resgatar no presente, o ensino público de qualidade, contando no seu corpo docente com professores especializados e pós-graduados, uma direção presente e atuante, funcionários que juntamente com toda a equipe escolar oferecem um tratamento diferenciado e de qualidade aos alunos e comunidade que aqui recebe.
Tem como dependências, dentro de sua área de construção de 1.471,27 m2 (área total 3.708 m2), 15 salas de aula, 02 salas de direção, 01 sala de professores, 01 sala de coordenação, 01 biblioteca, 01 sala de vídeo, 01 laboratório de informática, 01 sala de recurso, 01 secretaria, 02 cozinhas, 01 pátio coberto, 01 cantina, 01 quadra, 01 depósito, dependências de zeladoria , uma sala que abriga o Museu da Escola, com móveis originais da época, além de troféus, objetos, pesquisas de alunos sobre o que as pessoas que por aqui passaram levaram de recordações que constituem a sua história de vida ; documentos desde 1906 até 1950.
Temos quadra coberta e ao lado um jardim acolhedor , usado para aulas diferenciadas ( lá está bem cercada e protegida nossa árvore centenária)

Sobre o nosso Patrono


Dr. Antonio de Queiroz Telles – o Conde do Parnaíba – patrono de nossa Escola, nasceu em 16/08/1831 na Fazenda Sítio Grande, município de Jundiaí, filho de Antonio Queiroz Telles (Barão de Jundiaí) e de D. Leduina de Moraes. Foi casado com D. Rita M. Tibiriçá de Queiroz Telles da sociedade ituana.
Foi deputado da Assembléia Provincial, vereador da Câmara Municipal de Itu, chefe do Partido Conservador, vice presidente e presidente da Província de São Paulo. Estimulou a imigração italiana para a província de São Paulo, tendo criado o núcleo colonial Barão de Jundiaí, no bairro da Colônia, nesta cidade, recebendo o título de “Apóstolo da Imigração”.
Foi também presidente da Estrada de Ferro Mogiana e grande incentivador da criação das ferrovias em nosso Estado.
Por sua atuação como homem público, recebeu os títulos de Comendador da Ordem de Cristo, Barão, Visconde e Conde do Parnaíba.
Nosso ilustre patrono viveu até os 57 anos, falecendo em 06/05/1888, na cidade de Campinas, tendo sido sepultado em Jundiaí, no cemitério Nossa Senhora do Desterro, onde também estão sepultados seu pai, o Barão de Jundiaí, e seu irmão, o Barão do Japy.