quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Este assunto interessa mais aos alunos do terceiro ano, porém todos os que quiserem se atualizar sobre assunto, divertam -se.
Entenda os detalhes de como a sua redação será avaliada no Exame Nacional do Ensino Médio de 2012. As 5 competências de avaliação se dividem em níveis de desempenho com pontuações diferentes. As provas acontecem nos dias 3 e 4 de novembro
De acordo com o manual as 5 competências analisadas durante a correção são:
 
Competência 1: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.
Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento, para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

 
Na teoria tudo parece muito simples e fácil de compreender, mas como serão avaliadas, de fato, cada uma dessas competências? O que elas exigem do estudante e quantos pontos é possível alcançar com cada uma delas?
 
A Universia Brasil conversou com a professora de redação Liliane Negrão, que dá aulas no cursinho pré-vestibular Oficina do Estudante, para ajudar você a entender melhor como cada uma dessas competências é avaliada. Confira o que descobrimos:
 
A competência 1 diz que o candidato deve demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita, ou seja, é preciso ter consciência da distinção entre as modalidades escrita e oral, bem como entre os registros formal e informal.
 
De acordo com a professora Lilica Negrão, essa linguagem deve ser resultado de um processo. “O estudante precisa adquirir essa linguagem durante anos. Um fator que pode prejudicar bastante é a internet, mas a questão principal nesse caso é a adequação. O aluno precisa saber que é necessário se adequar e ficar atento à maneira como ele está escrevendo”, comenta Lilica.
 
Por isso é fundamental que seu texto seja claro, objetivo e direto. Procure empregar um vocabulário variado e preciso, não o mesmo utilizado quando você conversa com amigos. Essa competência espera que você siga as regras prescritas pela norma padrão da Língua Portuguesa.
 
 

A competência 1 é dividida em seis níveis de desempenho com pontuações diferentes, entenda:

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 1

O participante demonstra excelente domínio da norma padrão, apresentando pouquíssimos ou nenhum desvio gramatical leve e de convenções da escrita. Se o mesmo desvio não acontece em várias partes do texto, isso revela que as exigências da norma padrão foram incorporadas aos hábitos dos estudantes e os erros foram eventuais.
Ausência de concordância verbal exclui a redação desse nível.
Pontuação do nível: 200 pontos.
 
 

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 2

O participante demonstra bom domínio da norma padrão, apresentando poucos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita. Como o mesmo erro não ocorre em diversas partes do texto os corretores entendem que as exigências da norma padrão foram incorporadas aos hábitos linguísticos do candidato e os desvios foram eventuais.
Ausência de concordância verbal ou nominal em mais de uma situação no texto pode prejudicar a redação. O participante que realizar poucos desvios, considerados leves ou graves pode receber a pontuação desse nível de desempenho.
Pontuação do nível: 160 pontos.
 
 

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 3


O participante demonstra domínio adequado da norma padrão, apresentando alguns desvios gramaticais graves e de convenções da escrita. Caso o participante apresente muitos desvios leves também poderá ser enquadrado nesse nível de desempenho. Se os desvios ocorrem em várias partes do texto acabam por revelar que alguns dos aspectos da norma padrão ainda não foram incorporados aos hábitos do candidato.
Ausência de concordância verbal e nominal não impede a redação de receber a pontuação desse nível, desde que não configurem falta de domínio absoluto da norma padrão. Alguns desvios graves ou gravíssimos ou, ainda, muitos desvios leves podem acarretar na pontuação do nível de desempenho 3.
Pontuação do nível: 120 pontos.
 
 

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 4

O participante demonstra domínio mediano da norma padrão, ou seja, apresenta grande quantidade de desvios gramaticais e de convenções da escrita graves ou gravíssimos. Além disso, o texto apresenta ainda marcas de oralidade. Se os desvios graves ocorrem em diversas partes da redação os corretores assumem que muitos aspectos importantes da norma padrão ainda não foram incorporados aos hábitos linguísticos do estudante.
O candidato que realizar muitos desvios graves ou gravíssimos sem apresentar desestruturação sintática em excesso receberá essa pontuação.
Pontuação do nível: 80 pontos.
 
 

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 5

O candidato apresenta domínio insuficiente da norma padrão, com desvios gramaticais e de convenções da escrita de forma grave e frequente. A redação apresenta ainda gírias e marca de oralidade. Caso os erros graves aconteçam de forma sistemática no texto fica claro que muitos aspectos importantes da norma padrão não foram incorporados aos hábitos linguísticos do participante.
O estudante que cometer muitos desvios gravíssimos de maneira sistemática além de desestruturação sintática em excesso recebe a pontuação desse nível.
Pontuação do nível: 40 pontos.
 
 

Como a competência 1 é avaliada na redação do Enem 2012: Nível de desempenho 6

O candidato que apresente desconhecimento total da norma padrão, da escolha de registros e de convenções da escrita é enquadrado no nível de desempenho 6.
Pontuação do nível: 0 pontos.

Importânica do Estudo

Todos nós quando crianças crescemos sabendo que sem o estudo não somos nada, pois o estudo na vida de uma pessoa é indispensável e só com eles conseguimos dar asas a nossa mente, adquirir conhecimento, cultura, educação, crescimento profissional e muito mais.
Sabemos também que a vida é uma eterna escola onde nunca paramos de estudar e aprender, e podemos comparar o estudo com um planta, ou até mesmo nossa vida como uma planta, onde a primeira coisa a se fazer é escolher a semente correta, logo em seguida planta-la, e ir cultivando para ela ir
crescendo cada vez mais, gerando logo em seguida bons frutos, assim podemos ter um idéia do que é o estudo em nossa vida, se não cultivarmos nada disso irá acontecer. Logo que nos empenhamos e dedicamos nosso tempo ao estudo, consequentemente o merecimento vem em dobro, com ótimas oportunidades de emprego com uma boa remuneração, vivendo sempre em um mundo de atualizações onde temos que nos reciclar para alcançarmos os melhores. E a única conclusão que podemos tirar de tudo isso, é que os estudo nos acompanha pro resto de nossa vida, sem ele nada somos. Mas o pior de tudo é saber que muita gente não dá valor para o que tem nas mãos, ou até mesmo famílias que não oferecem apoio e incentivo necessário para que a pessoa cresça sabendo de que ela terá que semear o bem.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

"Paris" pelo aluno Braynner Wolf Stein

Olá galera do Conde.com 
Hoje temos o texto escrito pelo aluno Braynner, que foi apresentado no dia da culminância !
          


                 "Paris" (1995)                                                          

                                                      Braynner Wolf Stein



Havia uma escola cujo o nome era "Messina", escola de ensino Médio. Era uma escola boa,de bom aprendizado,bons professores e "alunos".
Dia 01 de Fevereiro
Acabam as férias, e os alunos voltam à escola.
Em Messina havia uma garota que se chamava Elizabeth, uma garota mimada, sempre teve tudo em mãos e não gostava de perder. Ela namorava Gabriel, um rapaz gente fina, humilde e cavalheiro, só tinha um defeito, namorava Elizabeth. Tinha também Luiz, uma chinês, se dizia aluno de intercâmbio, mas já estava ali há dois anos, ele era também amigo de Gabriel.
E tinha também Hagda (Todos eles do 2º ano), mas ela chegará hoje. Era do tipo de garota estudiosa, morava com o irmão mais velho, Marcelo, ambos Brasileiros. Ele administrava um café, o Café Brasil, de frente a torre Eiffel, o que trazia muitos freguezes, e morava acima do café (Casinha simples, mas organizada), mas voltemos à história:
Hagda acorda, da um abraço no irmão e vai a escola, que ficava logo depois da um praça encostada a torre Eiffel.
Logo que chega, dá de cara com Lorenzo, um italiano, que se apaixonou ao primeiro olhar.
- Tu se noba qüi?
- Como?
- Tu se noba qüi?
- Sim, cheguei hoje.
- Io soi Lorenzo.
- Prazer, meu nome é Hagda.
- Comé que sê parla? Ben vinda.
- Obrigada, Lorenzo.
Ela pega seus livros, o horário e vai para a sala.
E claramente, como qualquer novato (a), ela é observada por todos.
- Entendeste a matéria?
- Sim, matemática é meu forte.
- Opa, sorte mia tu caires nê qüiesta sala.
- É, sorte sua. Escuta Lorenzo, quem é ele?
- Gabriel, e aqüiela sê Elizabeth, sua enamorada. Aqüelo Luiz e Milenca ou Mia. Mia vêne qüi per favoré.
- Fala Lorenzo.
- Qüiero te apresentar Hagda. Hagda, Milenca.
- Oi Hagda. Intercâmbio ou permanente?
- Ainda não sei.
O sinal bate. Eles vão há cantina; Mia cutuca Lorenzo, e o chama de "Ragatzo enamorado", e ele manda ela calar a boca.
Mas na realidade Mia não podia falar nada, o que todos  menos Lorenzo sabia, é que ela o amava.
- Mia chamá-lo qüi. Per favoré.
- Sim, já vou!
- Créo que tu irás amá-lo Hagda.
 Mia chama Gabriel, ele com medo da ciumenta da Elizabeth. Pois o pai de Gabriel era sócio do pai de Elizabeth, Gabriel não tinha nada haver com isso, mas Elizabeth o chantageava e ele ingênuo pensava que ela estava certa.
- Olá gente.
- Bon giorno Gabriel. Está sê a novata, Hagda.
- Bom dia, tudo bem. Só não falei com vocês antes por falta de tempo.
- O nome disso é Elizabeth -Dizia Mia- Pelo visto não conseguiu pensar como não magoar a paty.
- Você não tem idéia, ela acha que eu a amo.
- Olha, desculpa-me intrometer, mas se "uma" pessoa não ama a outra, não devem ficar juntas duas pessoas, não importa o que tem por traz disso!
- Obrigado por falar isso Hagda, pois está sendo difícil. Mas estou tentando.
- Tudo bem então, se é assim...
Bate o sinal, e eles vão para a sala.
Gabriel ficou balançado por Hagda; ele estava precisando daquelas palavras, então se apaixonou mais ainda.
Na hora da saída Hagda se despede de Lorenzo e da Mia, mas Gabriel como estava ocupado com Elizabeth claro, não consegue se despedir então vai embora.
Chegando em casa, dá um abraço no irmão e vai para o quarto. Ela fica escutando música, faz os deveres e quando vai notar já é hora de dormir.
Dia 15 de Fevereiro
Passam-se vários dias, Gabriel dá um gelo e Elizabeth. Mas ainda hoje ela pegou no pé dele.
- O que o Gabriel falou com você Lorenzo?
- Ele quer falar com te, no fim de quiesto giorno.
- Falar comigo? O que será?
- No me há parlado.
O dia então vai passando, e a curiosidade dela só aumenta.
Então bate o sinal da saída, e Gabriel vai falar com Hagda.
- Hagda!
- Oi, você me chamou? Certo?
- Sim, sabe, eu gostaria de lhe fazer um convite de agradecimento.
- Pôr?
- A dica de que eu não deveria fingir amar quem não amo, não me importando com mais nada.
- Obrigada, mas...
- Quero te convidar para um café, te agradecendo. E conheço um lugar ótimo, o "O Café Brasil". E então o que acha?
Os olhos dela mudam. Ele a convida para um café, e justo o do irmão dela, ela se sentiria mais confortável do que nunca.
- Sim, tudo bem, amanhã ás 18:00 horas então. Tudo bem?
- Claro.
- Posso convidar o Lorenzo e a Mia?
- Boa idéia. - Diz ele com o olhar baixo.
Hagda vai e da notícia a seus amigos e eles se alegram pelo convite.
Dia 16 de Fevereiro
Hagda vai à escola, e passa por um dia normal como qualquer outro, a não ser o simples fato de que na saída:
- Não, Elizabeth, já disse que não.
- Eu sei que é passageiro já você volta para mim.
- Não, sua cabeça dura, eu já disse que nós não temos nada a ver com os nossos pais.
- Veremos!
Hagda olha e ouve tudo sem querer, e fica admirada, mas alegre, porque ela já se apaixonou ao primeiro olhar. Então ela vai para casa para se arrumar para o "encontro".
- Que foi mana?
- Que foi o quê?
- Hum, está chiquê, vai a algum desfile?
- Não, mais tenho vocação. São meus amigos que vêm aqui hoje. Já te peço não me faça passar vergonha.
- Olha quem fala, vê se foi eu que aplaudiu no meio de um filme de terror.
- Hããã...
Ela senta, e espera no café. Lorenzo e Mia chegam:
- Mamã mia, se a chegado o giorno de baile?
- Boa tarde pra você também.
Então Gabriel chega:
- Nossa você está linda, se soubesse teria me arrumado melhor.
- Imagina! Peguei a primeira roupa que vi e vesti.
- Precisamos conversar depois te ensino a mentir. - falou Mia -
- Querem pedir?
- Gente esse é meu irmão Marcelo.
- Boa tarde à todos.
- Boa tarde.
- Me chamem quando decidir o que pedir, é um prazer para mim ter vocês aqui.
- Você não fica?
- Estou muito ocupado hoje, mas qualquer dia fecho o café para gente.
Marcelo se retira. Eles começam a conversar sobre as notícias e então:
- E Hagda...
- Mia - interrompe Lorenzo - Viêne comigo?
- Sim...
Eles saem.
- O que dizia Gabriel?
- Eu gostaria que agente se conhecesse melhor. Vem comigo na praça?
- Claro.
Chegando lá.
- Olha eu...
- Oi amor, tudo bem? Quem é essa? Prima sua? Não importa, vem, preciso te mostrar uma coisa.
- Chega! Não te suporto agente não tem mais nada, já disse. Além do mais, essa é minha namorada. Agora me deixe em paz.
Elizabeth sai zangada.
- Desculpa-me Hagda, eu não...
- Imagina, agora acredito ainda mais em você, é difícil, mais conta comigo.
- Só desculpa eu ter falado que você é minha...
- Imagina.
As bochechas dela coram então eles se despedem.
Dia 11 de Abril
O que ninguém imaginaria, acontece.
Mia convida Lorenzo para sair, tomando a iniciativa, então rola um clima romântico, eles se beijam e começam então a namorar;
Elizabeth, bem, não tem pegado no pé de Gabriel;
Já Hagda e Gabriel têm se conhecido melhor.
- Hagda, quero te falar uma coisa importante.
- Sim.
- Eu te...
- Gabriel, Gabriel...
- Diga Luiz.
- Elizabeth disse que vai bater na Hagda, já conversou com umas meninas e...
- Espera, como? O que eu fiz?
- Ela disse que é porque vocês estão juntos.
- Ela é louca. - interrompe Gabriel - agente não tem mais nada e por isso desconta na Hagda.
- Tranquilos, vou falar com ela.
E vocês nem uma palavra.
Hagda espera Elizabeth na hora da saída:
- Elizabeth, um passarinho me contou que você queria falar comigo. Qual séria o assunto?
- Soube que você está com o Gabriel.
- E se for? Qual seria a sua revolta? Vocês não estão juntos!
- Garotas!
Aparecem duas garotas atrás de Hagda, todos em volta ficam perplexos, pasmos. As garotas seguram Hagda e se dirigem a praça. Elisabeth, então, ergue a mão para bater em Hagda...
- Chega Elizabeth, deixa-a em paz. Ao menos creio que ela não será tão desavergonhada como você foi traindo Gabriel todo esse tempo que esteve com ele...
- Quieto.
- O que foi não atura a verdade? E querem saber com quem? Comigo! Desculpa-me Gabriel, mais ela dizia que iria terminar com você. O que não aconteceu.
- Cala-te Luiz.
Ela ergue novamente a mão.
- Elizabeth Devil, abaixe essa mão. Agora!
- Mãe, o que faz aqui?
- Eu a chamei.
- Luiz, traidor.
- Vamos Elizabeth, chega de causar alvoroço, vou te mandar para uma escola interna na Suíça.
- Mas mãe...
Elizabeth é levada. Hagda então corre para Gabriel; e Luiz consegue o perdão dele.
- Por um tempo você me deixou com medo. Não entrei na briga por que...
- Se entrasse eu te batia.
Eles começam a andar e se detêm debaixo da torre Eiffel.
- Tá pensando no que Gabriel?
- Eu tenho algo importante para te falar.
- Diga.
- Eu te amo!
Eles se beijam. Tornam-se então o casal espelho da escola, e inseparáveis.
E com Elizabeth fora do país, tudo fica as mil maravilhas.
- Sabe no que pensei Lorenzo?  Você foi legal ajudando a desenvolver o namoro deles, aquele dia no café em que deixamos eles a sós. Sendo que você gostou dela de cara.
- Io aprendi que quando se ama qualcuna persona, devemos deixá-los livres, se ele ou ela te ama de vero, voltará. E per me a voltado o amoré, tuo amoré.

domingo, 17 de junho de 2012

Chega de BULLYING. Curta essa ideia !




Chega de BULLYING. Curta essa ideia !




‎''Assuma você estudante, o compromisso de acabar com o BULLYING !

O bullying tem consequências para todos os envolvidos e pode fazer da vida de alguém um verdadeiro pesadelo. As pessoas se sentem isoladas, tristes e têm medo de ir à escola. Eu tenho o poder de acabar com o bullying me envolvendo de algumas formas. Este é o meu compromisso:

Não ficarei calado — Vou dizer algo quando vir crianç
as humilhando ou machucando outras. Eu vou falar sobre bullying com os meus amigos e com os adultos que me rodeiam. Vou mostrar para todo mundo que acho que maltratar os outros está errado.
Serei um defensor — Vou ajudar a todos aqueles que possam precisar do meu apoio, e não apenas os meus amigos próximos. Não ficarei calado quando alguém estiver sendo maltratado.
Serei um exemplo — Serei um modelo a seguir todos os dias, mostrarei que podemos conviver bem na minha escola, resolvendo conflitos pacificamente. Não vou maltratar ou excluir ninguém, espalhar fofocas, seja pessoalmente, pelo celular ou computador.
Prevenir o bullying começa comigo. Ao assumir este compromisso posso mudar a minha vida e a de outra pessoa para melhor. Vou encaminhar esta mensagem para os meus amigos e familiares, e aumentar o número de pessoas dispostas a dizer: chega de bullying. Não vou ficar calado. ''


Diga não ao BULLYING e assine embaixo:
http://www.facebook.com/chegadebullying 
http://www.facebook.com/EducaSP
CURTAM A PÁGINA E ASSINEM !

sexta-feira, 11 de maio de 2012


HOMENAGEM PARA AS MÃES

Hoje, sexta feira, é o dia que devo homenagear, pois domingo é para descansar, e não para escrever.
Bom, já destaquei a data em outra mensagem, mas para mãe não tem limite. Como a senhora é mãe biológica, e também o é de uma legião de velhos amigos, que todos os dias estão presentes e necessitados de sua proteção, no conselho, na instrução e na correção de nossos textos para saírem corretos.
E a todas as mães a homenagem de todos os filhos, presentes e distantes, um abraço e um carinhoso beijo, dizer como é bom ter nascido.

Hoje, a minha não está mais presente. Fez tudo de sua missão e está na constelação de Deus como uma linda estrelinha; e eu, seu filho, todos os dias sinto sua presença e percorro o caminho que ela me ensinou.
Viva a todas as mãezinhas reverenciadas no dia mais sagrado, o segundo domingo de maio.

Obrigado pelo carinho que dedica a todos nós, querida Mãe e Amiga Lou Micaldas.
Autor: Paulo Kwamme

terça-feira, 1 de maio de 2012


Arriscando Tudo
Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada.
Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.”
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse. Ou talvez não. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância.
Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente, encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.
Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:
“Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”


  Várias lições preciosas podemos extrair desta história:
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois, este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento?

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender


Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.


Luis Fernando Veríssimo

História do Conde do Parnaíba


E.E. “CONDE DO PARNAÍBA” NOSSA ESCOLA CENTENÁRIA



Um pouco de nossa História



A Escola Conde do Parnaíba teve sua instalação como Casa de Ensino em 02/04/1906.
O Coronel Boaventura Mendes Pereira (mantenedor do Hospital de Caridade São Vicente de Paula) doou o terreno para a construção do prédio onde atualmente funciona a escola, e como Juiz de Direito Substituto, Juiz de Paz e Chefe do Partido Republicano Paulista empenhou-se para a criação do Grupo Escolar “Conde do Parnaíba”, declinando seu nome e indicando como Patrono de nossa Escola o Conde do Parnaíba (dados fornecidos pela  neta do Coronel Boaventura: Maria Bernadete Mendes Pereira de Castro) .
Em 22/01/1906, foi assinado o Decreto de Criação do Grupo Escolar “Conde do Parnaíba”, pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Dr. Jorge Tibiriçá.
A instalação do grupo Escolar Conde do Parnaíba à rua Barão de Jundiaí, nº 101, esquina com a rua Siqueira de Moraes, ocorreu em 14/06/1906.
Ao ser inaugurado em 1906, o Grupo Escolar Conde do Parnaíba contava com 201 alunos e oito professores, sendo seu primeiro Diretor o Professor Benedito Hudson Ferreira.
Iniciou-se em 1906 a construção do novo prédio e em 27 de maio de 1923 passou a funcionar no prédio que temos até hoje, como patrimônio tombado pela CONDEPHAT à rua Barão de Jundiaí, nº 1106.
No ano de 1969 teve a ele anexado o 2º Ginásio Estadual de Jundiaí “Professor Lázaro Miranda Duarte”. Ainda neste ano, foi construído um novo prédio, aos fundos, para poder abrigar a grande demanda.
Em 1976 passou a denominar-se Escola de I Grau “Conde do Parnaíba” e o Ginásio Estadual Professor Lázaro Miranda Duarte deslocou-se para o bairro da Boa Vista.
A instalação do curso de II Grau na nossa Escola ocorreu em 1983.
Hoje atende a 1300 alunos de Ensino Fundamental – ciclo II (5ª a 8ª séries), Ensino Médio, 03 salas de Educação de Jovens e Adultos, 01 sala de Recursos para Deficientes Auditivos; cerca de 28 professores efetivos e 13 professores OFAs formam o corpo docente, contamos atualmente com 12 funcionários. A Equipe Gestora é composta por uma diretora efetiva, uma vice-diretora e uma coordenadora pedagógica.
É uma das nossas mais antigas escolas e representa cem anos de tradição e pioneirismo no cenário cultural jundiaiense, onde milhares de cidadãos de Jundiaí aprenderam as primeiras letras, dentre eles podemos destacar algumas autoridades, como nosso atual Prefeito Ary Fossen (1945/48), Roberto Galafassi (1953/57), Hélio Boldrin (1942/45) - pai da atual Dirigente de Ensino Profª Eliana Maria Boldrin, Antonio Carlos Pereira Neto, André Benassi, Pe. Venilton Calheiros, Odarci Gotardo, Jair Leopardi, Benedita Arruda, Maria Cristina Somaio Zoega , atual Diretora que muita estima e dedicação tem pela Escola por ter sido a escola que a acolhera quando mudou-se para Jundiaí.
A E.E. “Conde do Parnaíba”, marco de referência cultural e histórica da cidade empenha-se em resgatar no presente, o ensino público de qualidade, contando no seu corpo docente com professores especializados e pós-graduados, uma direção presente e atuante, funcionários que juntamente com toda a equipe escolar oferecem um tratamento diferenciado e de qualidade aos alunos e comunidade que aqui recebe.
Tem como dependências, dentro de sua área de construção de 1.471,27 m2 (área total 3.708 m2), 15 salas de aula, 02 salas de direção, 01 sala de professores, 01 sala de coordenação, 01 biblioteca, 01 sala de vídeo, 01 laboratório de informática, 01 sala de recurso, 01 secretaria, 02 cozinhas, 01 pátio coberto, 01 cantina, 01 quadra, 01 depósito, dependências de zeladoria , uma sala que abriga o Museu da Escola, com móveis originais da época, além de troféus, objetos, pesquisas de alunos sobre o que as pessoas que por aqui passaram levaram de recordações que constituem a sua história de vida ; documentos desde 1906 até 1950.
Temos quadra coberta e ao lado um jardim acolhedor , usado para aulas diferenciadas ( lá está bem cercada e protegida nossa árvore centenária)

Sobre o nosso Patrono


Dr. Antonio de Queiroz Telles – o Conde do Parnaíba – patrono de nossa Escola, nasceu em 16/08/1831 na Fazenda Sítio Grande, município de Jundiaí, filho de Antonio Queiroz Telles (Barão de Jundiaí) e de D. Leduina de Moraes. Foi casado com D. Rita M. Tibiriçá de Queiroz Telles da sociedade ituana.
Foi deputado da Assembléia Provincial, vereador da Câmara Municipal de Itu, chefe do Partido Conservador, vice presidente e presidente da Província de São Paulo. Estimulou a imigração italiana para a província de São Paulo, tendo criado o núcleo colonial Barão de Jundiaí, no bairro da Colônia, nesta cidade, recebendo o título de “Apóstolo da Imigração”.
Foi também presidente da Estrada de Ferro Mogiana e grande incentivador da criação das ferrovias em nosso Estado.
Por sua atuação como homem público, recebeu os títulos de Comendador da Ordem de Cristo, Barão, Visconde e Conde do Parnaíba.
Nosso ilustre patrono viveu até os 57 anos, falecendo em 06/05/1888, na cidade de Campinas, tendo sido sepultado em Jundiaí, no cemitério Nossa Senhora do Desterro, onde também estão sepultados seu pai, o Barão de Jundiaí, e seu irmão, o Barão do Japy.